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Wageningen Agricultural University, onde foi agraciado com o grau de engenheiro agrônomo em 1976. Em Wageningen especializou-se em sociologia agrária dos países não-ocidentais, economia e desenvolvimento de métodos e técnicas de pesquisa social. Durante seus estudos passou mais de um ano no Peru. Em Piura, estudou as contradições do processo de reforma agrária que estava ocorrendo naquele momento. Após o término das pesquisas de campo, escreveu seu primeiro livro, De Gestolen Toekomst (O Futuro Roubado), no qual comparou o padrão de desenvolvimento ocorrido entre as comunidades camponesas locais àquelas impostas pelo governo. Wastra), sendo também estreitamente envolvido no Boerengroep (Grupo de Agricultores), uma associação de estudantes radicais e jovens funcionários que se alinhou com o movimento de protesto dos agricultores na Holanda. Programa de pesquisa multidisciplinar Boerenarbeid en landbouwbeoefening van stijlen, na Itália como La Ristrutturazione del lavoro agricolo e em Inglês pela tradução da Westview Press como Labour, Markets and Agricultural Production (Trabalho, Mercados e Produção Agrícola). Defendeu sua tese na Universidade de Leiden em 1985.

Após um curto período como professor na Universidade de Leiden, Jan Douwe Van der Ploeg foi convidado por Norman Long, professor de Sociologia do Desenvolvimento, para integrar sua equipe na Universidade de Wageningen. Este foi o início de uma cooperação particularmente fértil que resultou em diversos artigos e um novo programa que atraiu muitos estudantes. A partir de sua nova posição, Jan Douwe Van der Ploeg pôde re-estudar a agricultura holandesa e em geral a Europeia com abordagens derivadas da sociologia do desenvolvimento. Isto incluiu a abordagem orientada para o ator (POA) desenvolvida por Long, complementada com suas próprias experiências nas nações em desenvolvimento. Cátedra de Sociologia Rural da Universidade Wageningen
Em sua posição como professor de Sociologia Rural, Jan Douwe Van der Ploeg elaborou a questão sobre as expressões, implicações e mecanismos subjacentes à heterogeneidade na agricultura. Nela, conceituava um dos mais importantes eixos como sendo a geral e complexa inter-relação entre a sociedade como um todo e a população agrícola especificamente. Por sua vez, isto conduziu a uma linha e pesquisa completamente no qual a noção de "desenvolvimento rural" - pela primeira vez sistematicamente discutida na Conferência de Cork, em 1997 - tornou-se um novo e apropriado guarda-chuva. Platteland Vernieuwende, também publicado no idioma Inglês como a renovação do Campo. Raad voor het Landelijk Gebied (Conselho para as áreas rurais); membro do conselho da Waddengroep Stichting - uma associação de agricultores, artesãos e comerciantes promotores do desenvolvimento de alta qualidade de produtos regionais e do SPN (Stichting Streekproducten Nederland), uma organização que promove produtos regionais. Também está intimamente associado com SBNL (Beheer Stichting Natuur en Landschap), uma associação que promove a gestão agrária dos valores naturais e das paisagens. Na Universidade de Wageningen, é presidente do Instituto Mansholt, uma escola de investigação para as ciências sociais que se preocupa principalmente com os problemas da agricultura e do meio rural.

e) O desenvolvimento de novos caminhos para a sustentabilidade na pecuária leiteira (VEL/VANLA); Virtual Farmer De Virtuele Boer (O Agricultor Virtual), que se revelou extremamente controverso e levou seu trabalho a novas dimensões exploratórias. Em De Virtuele Boer, argumentou que o conhecimento agrícola acumulado e produzido por sistemas especialistas, tais como universidades, Ministério da Agricultura e instituições de pesquisa aplicada, estava cada vez mais em contradição com a realidade e não era uma verdadeira representação dos caminhos a seguir. Argumentou que em um nível muito fundamental que isto se deveu a um rearranjo desastroso das inter-relações entre o passado, presente e futuro. O novo campesinato The New Peasantries: Struggles for Autonomy and Sustainability in an Era of Empire and Globalization (Earthscan , London, 2009). O livro foi traduzido em Português (Camponeses e Impérios Alimentares, PGDR / UFRGS, Porto Alegre, Brasil), Italiano (I Nuovi Contadini: le campagne e Risposte alla globalizzazione, Donzelli Editore, Roma), espanhol (Los nuevos campesionos, editoria Icaria, Barcelona) e chinês (COHC/CAU, Pequim). Central para "O Novo Campesinato" é o argumento de que, ao lado processos de industrialização da agricultura (um processo que prossegue ao longo das linhas de ampliação de escala, intensificação, especialização e artificialização) e desativação (um processo que implica uma redução e, no final, eliminação completa de atividades agrícolas), há uma clara tendência de recampenização. O processo posterior implica uma ampliação quantitativa e um fortalecimento qualitativo da agricultura camponesa. A recampenização ocorre tanto na América Latina e Ásia, assim como ocupa lugar na Europa e em partes da América do Norte. Durante a subida de preços de 2007/2008 e do seguinte período de extremos processos de baixa, a tese transmitida em "O Novo Campesinato mostrou sua relevância. Van Landbouw en Samenleving e da coleção em idioma inglês, European Perspectives on Rural Development (Perspectivas Europeias de Desenvolvimento Rural) publicada por Van Gorcum em Assen, na Holanda.


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Jan Douwe van der Ploeg
Professor of Transition Processes in Europe
Wageningen University
the Netherlands and Adjunct Professor of Rural Sociology
College of Humanities and Development Studies
China Agricultural University, Beijing, China.
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